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“PARA AUMENTAR SALÁRIOS, OS NOVE VEREADORES SE UNEM; PARA AJUDAR A SAÚDE, NÃO HÁ ACORDO”, CRITICA VIRGÍNIA

Vereadora questiona prioridades da Câmara Municipal e denuncia suposta articulação para aumentar em R$ 3 mil os salários dos parlamentares, enquanto demandas da saúde pública enfrentariam falta de apoio.

06/11/2026 às 07h31
Por: Notícia Extra
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Imagem: Divulgação Redes Sociais
Imagem: Divulgação Redes Sociais

A vereadora Virgínia Bernardes, conhecida como Virgínia Enfermeira, fez duras críticas à atuação dos colegas na Câmara Municipal de Caçu, no Sudoeste Goiano. Segundo ela, os nove vereadores conseguem dialogar quando o assunto envolve benefícios próprios, mas não demonstram a mesma disposição para atender necessidades da população.

Durante sua manifestação, Virgínia relatou uma suposta proposta da presidente da Câmara, Jeandra Guimarães, para aumentar em R$ 3 mil os subsídios mensais de cada vereador.

De acordo com a parlamentar, a articulação também envolveria a transferência de uma das comissões presididas por ela ao vereador André Camargos, que, segundo seu relato, não comandava nenhuma comissão.

SAÚDE PÚBLICA FICA SEM RESPOSTA, AFIRMA VEREADORA

Virgínia comparou a suposta mobilização pelo reajuste salarial com a dificuldade de conseguir apoio para uma demanda relacionada à saúde pública.

Segundo a vereadora, enquanto questões de interesse dos parlamentares motivam reuniões e negociações, uma solicitação para beneficiar a população na área da saúde não recebeu sequer resposta.

A manifestação levanta questionamentos sobre as prioridades do Legislativo e a transparência nas decisões que envolvem recursos públicos.

REAJUSTE ANTERIOR FOI APROVADO POR UNANIMIDADE

Registros oficiais mostram que, em janeiro de 2026, os nove vereadores aprovaram por unanimidade uma revisão geral de 3,90%, que também abrangia agentes políticos.

Esse reajuste é diferente do suposto aumento de R$ 3 mil denunciado por Virgínia, cuja existência ainda depende de confirmação documental.

As declarações da parlamentar também precisam ser esclarecidas pela presidência da Câmara e pelo vereador André Camargos, citados no relato.

O episódio coloca em debate uma questão central: por que, segundo Virgínia, haveria disposição para negociar benefícios aos vereadores, mas não para atender uma demanda da saúde da população?

Jornal Notícia Extra | Redação

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